A tecnologia fotovoltaica concentrada usa sistemas óticos para concentrar grandes quantidades de luz do sol em pequenas superfícies fotovoltaicas para gerar eletricidade mais eficientemente do que PV tradicional. A maior eficiência é possível graças às células fotovoltaicas usadas na CPV, que podem ser células de multijunções III-V (três-cinco) em vez de células de silicone cristalinas usadas em sistemas PV tradicionais. Para os melhores resultados, os sistemas de CPV também usam dispositivos de rastreio que ajustam continuamente a posição das células para acompanhar o sol.
PERGUNTAS MAIS FREQUENTES SOBRE TECNOLOGIA DE CPV E A INDÚSTRIA DE ENERGIA SOLAR
CPV and the Solar Industry
O CPV é uma “inovação disruptiva” na indústria da energia solar com o potencial para substituir as tecnologias de PC de silicone e de película fina e de Energia Solar Concentrada (CSP) em projetos destinados a entidades públicas em climas ensolarados e secos. Todas as tecnologias de energia solar têm aplicações para as quais são mais adequadas. Uma vez que CPV não requer água para a sua operação, aproveita melhor a terra e produz mais energia por acre do que qualquer outra tecnologia, CPV é a melhor opção para áreas onde a luz do sol é abundante, a água é escassa e o aproveitamento da terra é problemático.
CPV tem uma eficiência mais elevada e custos globais mais reduzidos do que os sistemas PV tradicionais em climas ensolarados e secos.
CPV requer menos água e é menos prejudicial para a terra do que CSP. De facto, CPV não requer água para a sua operação e apenas o mínimo de água para a limpeza de rotina. Além disso, as instalações de CSP devem ser grandes – 100MW ou mais – e o tempo de implementação é moroso e a autorização e financiamento dos projetos é mais difícil.
A tecnologia CPV apresenta melhores desempenhos do que outras tecnologias de energia solar em climas desérticos. Nos Estados Unidos, isto inclui o Arizona, a Califórnia, o Nevada, o Novo México e o Texas. CPV é também uma excelente opção para áreas que nunca consideríamos possível – por exemplo, Colorado e Utah – que também têm luz do sol abundante durante todo o ano.
Desde 1970, foi efetuado um estudo sério de CPV e, em anos mais recentes, assistimos a grandes avanços de CPV, especialmente nas áreas da eficiência, melhores sistemas óticos, maiores níveis de concentração e de rastreio. Atualmente, existem mais de 100 empresas que oferecem tecnologia CPV. A maioria foi fundada desde 2005.
Os fatores de redução de custos de CPV são iguais aos das restantes tecnologias de energia solar: eficiência, capacidade e fiabilidade.
A atual eficiência de energia solar CPV é de 40% em produção, consideravelmente mais elevada do que PV tradicional, que é de cerca de 25%. Em termos de capacidade, os sistemas CPV podem gerar 40% mais de energia durante o ano por capacidade nominal do que os painéis solares de inclinação fixa convencionais em locais solarengos. A fiabilidade está associada à tecnologia de CPV, aos sistemas de CPV e à empresa que os projeta e os fabrica. Uma firma de engenharia independente certificou os sistemas Amonix como tendo uma vida útil de 50 anos.
Company
A Amonix projeta e fabrica sistemas de energia solar de CPV que não requerem água para operar, aproveitam melhor a terra e produzem mais energia por acre do que qualquer outra tecnologia de energia solar. Com o mais antigo historial na indústria de implementações CPV no terreno, a Amonix já provou ser a melhor opção para sistemas de energia solar para entidades públicas em climas solarengos e secos.
A Amonix está ativa na indústria há mais 21 anos e tem implementado sistemas de energia solar de CPV desde 1991. 16 anos de implementações no terreno e o desenvolvimento de sete gerações de sistemas contribuem para o mais longo historial de implementações da indústria.
A experiência, estabilidade e historial comprovado da Amonix conferem-lhe grande vantagem competitiva porque clientes como empresas públicas, IPP e outros sabem que a Amonix tem uma forte equipa de gestão, é fiável, bem financiada e continuará no ramo durante os próximos 50 anos.
A Amonix é uma empresa de provas dadas – 21 anos de atividade, 16 anos de experiência no terreno, desenvolvimento de 7 gerações de sistemas.
Seal Beach, California.
A Amonix tem as suas instalações de fabrico no Norte de Las Vegas, Nevada e as instalações de pesquisa e de desenvolvimento em Torrance, Califórnia.
Os sistemas Amonix perfazem 19 MW, mais de 70% do total de instalações CPV. Estes rigorosos testes práticos em condições reais tornaram os sistemas privados de CPV da empresa mais robustos e provaram a sua fiabilidade. Atualmente, os sistemas de CPV da Amonix continuam a gerar gigawatts-horas (GWh) de energia solar limpa e renovável a custos competitivos.
Os sistemas Amonix foram instalados no Arizona, Califórnia, Nevada, Colorado e Espanha. Atualmente estamos a expandir a presença das instalações e estamos prestes a construir a maior instalação de energia de CPV do mundo em Alamosa, Colorado.
Os clientes da Amonix são empresas públicas, produtores de energia independentes (IPP) e outras organizações que procuram soluções de energia solar para consumo público em climas ensolarados e secos. A tecnologia de CPV da Amonix é altamente escalável e, a curto prazo, focada em sistemas destinados ao setor de serviços públicos, a começar por 2 MW.
Porque os sistemas Amonix usam tecnologia de CPV, requerem inerentemente menos água e aproveitam melhor a terra do que outras tecnologias de energia solar. De facto, os sistemas de CPV da Amonix não requerem água para operar e apenas água mínima durante a limpeza e manutenção. Os sistemas de CPV da Amonix podem ser instalados sem nivelação ou alteração do terreno, possibilitando o duplo aproveitamento da terra. E porque os sistemas Amonix acompanham continuamente o sol durante o dia, não são projetadas sombras que causem impacto negativo na vida animal e vegetal.
Além disso, o Columbia University Center for Life Cycle Analysis (LCA) efetuou um estudo do desempenho ‘do início ao fim de vida’ do Sistema Amonix 7700, determinando que a Amonix tem dos melhores desempenho da indústria PV em termos de emissões permanentes de gás de estufa (GHG). apenas 12 g CO2‐eq./kWh.
Technology
As células solares de multijunções usadas nos sistemas CPV da Amonix funcionam sobrepondo materiais semicondutores com diferentes larguras de banda. A luz do sol entra na camada com a maior largura de banda e continua a penetrar a célula solar até atingir a camada com uma largura de banda menos que a sua energia de fotões. Deste modo, as células de multijunções são mais eficientes que as células solares de camada única porque se perde menos energia dos fotões para aquecimento quando exceder a largura de banda do material semicondutor absorvente.
Usadas em conjunto com sistemas óticos de concentradores, como lentes de Fresnel, as células solares de multijunções são capazes de converter a luz do sol em eletricidade com uma eficiência superior a 40%. Esta eficiência aumenta à medida que o nível de concentração aumenta mas diminui à medida que a temperatura aumenta; o sistema de CPV da Amonix foi concebido para manter a temperatura das células tão baixa quanto possível usando um sistema de arrefecimento de passivo. O desempenho ímpar em condições de operação torna os custos desta tecnologia mais acessíveis num sistema de CPV com concentração de 500x. A alta eficiência mais do que compensa os custos adicionais do arrefecimento e do rastreio de eixo duplo necessários para manter a alta concentração.
A indústria de energia PV há muito que quer ultrapassar as limitações da eficiência de células solares de silicone, que se tornam muito ineficientes quando expostas a condições extremas de luz solar concentrada. Em 1989, o Electric Power Research Institute (EPRI), o braço de pesquisa de várias centenas de empresas nacionais públicas, contactou a Amonix para resolver o problema de estabilização das células solares. Usando o extensor historial de semicondutores da empresa, a Amonix estabilizou com sucesso uma célula solar de silicone sob concentração. Esforços adicionais levaram ao desenvolvimento da célula fotovoltaica com junção posterior estável da Amonix, que foi a pedra basilar dos sistemas de CPV da Amonix durante anos. Em 2005, a Amonix produziu a célula solar de silicone mais eficiente do mundo (27,6% de eficiência sob concentração) e fabricou-a com objetivos comerciais – uma novidade na indústria.
Após anos de sucessos com as células solares de silicone e muitas gerações de sistemas CPV da Amonix, a empresa iniciou a sua transição para a utilização de células solares de multijunções. Originalmente desenvolvidas para utilização em condições difíceis no espaço, a Amonix começou a testar as células solares de multijunções no sol, em 2000, quando a empresa assinou contratos de pesquisa para adaptar as células de multijunções para aplicações na Terra com sistemas fotovoltaicos concentrados. Atualmente, as células solares de multijunções excedem 40% de eficiência em aplicações terrestres – o nível de eficiência mais alto da indústria. Substituindo as células solares de silicone por células de multijunções, os sistemas de CPV da Amonix têm agora os melhores resultados de produção de energia.
Product
Os sistemas de CPV da Amonix usam lentes de Fresnel refrativas para focar a luz do som 500 vezes nas células solares de multijunções. Com uma atual eficiência de produção de 40%, as células solares de multiplas junções são as células mais eficientes da indústria porque geram eletricidade a partir de uma porção mais do espetro de luz. As células de multijunções têm um coeficiente de temperatura inerentemente mais baixo que as células PV tradicionais, o que lhes permite manter o seu desempenho em temperaturas ambientes mais elevadas.
Os sistemas Amonix alinham as células solares e os pares de lentes de Fresnel num design de módulo integrado privado chamado MegaModule®, montado na fábrica para transporte e tempo de construção mais rápidos. Os módulos são montados numa estrutura de rastreio com transmissão hidráulica propriedade da Amonix. O sistema de rastreio da Amonix acompanha o sol da alvorada até ao crepúsculo para manter a luz do sol na célula solar. Isto garante que o sistema gera quase o seu máximo de potência durante o dia e produz mais energia para satisfazer a curva de exigência das entidades públicas. Os sistemas de CPV da Amonix geram mais de 40% mais energia por capacidade nominal do que os painéis solares de inclinação fixa convencionais em regiões solarengas.
Um sistema Amonix tem cinco componentes principais:
• O subsistema MegaModule® concentra a energia do sol numa célula solar que a converte em energia elétrica. É constituído por lentes de Fresnel e por células solares de multijunções.
• O subsistema de transmissão roda o MegaModules® em azimute e elevação para acompanhar o sol. O sistema de transmissão é constituído por uma base, pedestal, cabeça de rolamento rotativo, atuadores hidráulicos e um tubo de binário.
• O subsistema hidráulico aplica pressão hidráulica para um dos lados dos atuadores hidráulicos para mover o tubo de binário e os MegaModules® em elevação e azimute para que o sistema acompanhe o sol. O sistema hidráulico é constituído por válvulas hidráulicas, acumulador, bomba, reservatório e sensores de pressão.
• O subsistema de controlo de rastreio monitoriza os sensores do sistema, calcula os movimentos necessários e transmite sinais para as válvulas hidráulicas para rodar o sistema para acompanhar o sol ou para se resguardar quando os ventos são muitos fortes.
• O subsistema CA/CC combina a potência CC dos MegaModules® individuais, converte-a em potência CA usando inversores comerciais ‘da prateleira,’ e interage com a grelha elétrica.
O subsistema MegaModule® foi concebido para funcionar sem assistência para aplicações ligado à grelha e desligado da grelha. Move-se automaticamente da sua posição de descanso noturna para acompanhar o sol durante o dia, normalmente gerando energia elétrica sempre que a Radiância Normal Direta (DNI) for superior a 400 W/m2.
Os preços dos sistemas Amonix variam, em função do seu tamanho e localização. Contacte-nos para mais informações.
Os sistemas Amonixo são concebidos apenas para instalação no solo.
Os sistemas Amonix têm poucas peças móveis e requerem manutenção mínima, que pode ser feita em campo. A rotina de manutenção normal inclui o sistema hidráulico e a lavagem intermitente das lentes.
Os sistemas de arrefecimento auxiliares, como ventoinhas e água, não são necessários.
A Amonix vende sistemas integrados completes apenas para garantir o máximo desempenho e fiabilidade.
Um estudo de engenharia independente declarou que a vida útil de um sistema Amonix é de 50 anos.
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01/25/2012Amonix Achieves ISO 9001-2008 and IEC 62108 Certification
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01/12/2012Amonix and Lead Investor Kleiner Perkins Caufield & Byers Announce Transitional Leadership PlanJan van Dokkum named interim Chief Executive Officer of Amonix
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11/15/2011Amonix Earns LEED Gold Certification for Two Facilities; Powers Solar Manufacturing Facility with Solar PowerNorth Las Vegas manufacturing facility powered by Amonix CPV systems
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03/28/2012Cal Poly fundraising campaign tops $100 millionLos Angeles Times
Despite challenging economic times, Cal Poly Pomona has amassed more than $100 million in donations and pledges midway through an ambitious fundraising campaign, university officials announced Wednesday.
The Campaign for Cal Poly Pomona was launched in November 2010 with a goal of raising $150 million for research, scholarships and other campus needs. The first comprehensive fundraising effort of its kind at the school, it began amid a recession that sapped resources from potential donors as well as from state coffers, resulting in steep funding cuts to California’s public colleges and universities.
California State University’s 23 campuses lost $750 million in state funding in 2011-12, with cuts to the Pomona campus totaling nearly $32.5 million. But those and previous cuts have spurred support from alumni and others, including 5,000 donors who made first-time contributions, officials said.
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03/01/2012What’s the Best Solar Technology for Your Home, Community, Business or Farm?CleanTechnica.com
Because of all the media attention about solar power, most people think of photovoltaic (PV) solar panels. People in or on the fringe of the clean energy business might know about the Chinese’ so called “dumping” of low cost PV panels onto the U. S. market; about how schools and universities are installing PV panels to save on their electric bills, but also to educate tomorrow’s future decision makers; and about how the California solar panel maker Solyndra went bankrupt after receiving a $500 million grant from the Department of Energy (DOE). Many of these headline stories even make network TV news, but much is misunderstood.
What is solar energy? What are the differences in different types of energy technology in existence today?
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02/29/2012IntertechPira Announces Educational Webinar: Competitive PV Manufacturing in the USRenewable Energy World
Portland, Maine IntertechPira is pleased to announce it will be offering a complimentary online learning event, "Competitive PV Manufacturing in the US," on Wednesday, March 7, at 12 p.m. EST. The webinar will be hosted by three solar industry experts who will be presenting at IntertechPira's upcoming conference, Photovoltaics Summit 2012.
The one-hour joint online session will feature Roger G. Little, Chairman and CEO, Spire Corporation; Chris O’Brien, head of Market Development, Oerlikon Solar; and Vahan Garboushian, Founder, Chief Technology Officer and Board of Directors Chairman, Amonix, Inc. Each speaker will give a 15-minute presentation, which will be followed by a 15-minute question and answer session at the conclusion of the webinar.
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02/22/2012SolarTAC Facility Takes Offenergybiz.com
SOLARTAC IS A PARTNERSHIP of solar equipment manufacturers, research organizations and electric utilities that want to make use of a real-world outdoor site to develop, test, validate or showcase solar products. The SolarTAC mission is to facilitate the commercialization of solar technologies, including photovoltaic and solar thermal systems. It does this by providing the members with readily accessible land and all the necessary infrastructure and resources needed to rapidly and economically install their technologies. SolarTAC is located on 74 acres of land in Aurora, Colo., within minutes of the Denver airport, offering a flat, graded topography and 300 days of sunshine a year.
The concept for a solar technology facility germinated in 2007 with Xcel Energy, a public utility based in Minneapolis. Xcel has voiced a commitment to renewable energy, sponsoring a variety of solar, wind and energy efficiency programs in its service territory. SolarTAC became a reality when the right core group of stakeholders came together, with Xcel providing the initial funding and grid interconnection, the City of Aurora providing the land, and MRIGlobal, formerly Midwest Research Institute, providing the legal structure of the partnership and acting as the management and operating contractor. Abengoa Solar and Sun Edison joined as founding members and agreed to develop the first 10 acres with their solar technologies.
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02/03/2012Aurora's unique field of solar panels flourishes as testing sitedenverpost.com
Grade it, fence it, make permitting speedier — and they will come. But in this field it isn't dreams but solar panels of varying shapes and sizes that are sprouting.
On the eastern edge of the city of Aurora, a unique solar test facility — the Solar Technology Acceleration Center, or SolarTAC — is flourishing.
Since breaking ground in 2009, the public-private partnership has more than doubled its membership to seven companies and research groups, and has nearly filled up its 74-acre site.
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